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Lágrimas de Laura convida corpos e consciências a vivenciarem as emoções e dores das mulheres negras por meio das memórias de Laura, e explora a sensação de não pertencimento, que atravessa todos os descendentes da diáspora africana. Direção de Juliana do Espírito Santo, texto e atuação de Priscila Ribeiro, o monólogo busca restaurar caminhos contra os apagamentos históricos e afetivos, e, ainda mais: conceber, gestar e parir lágrimas que joguem luz à humanidade individual e coletiva das populações pretas de ontem e de agora.